quarta-feira, 29 de abril de 2009

Joinville celebra o Dia Internacional da Dança

Em 29 de abril comemora-se o Dia Internacional da Dança. Joinville, sede do maior festival do mundo, marcará a data com uma série de atividades como apresentações, palestras, exposições e workshops gratuitos em diversos locais da cidade.

A Fundação Cultural de Joinville e a Escola de Ballet da Casa da Cultura promovem a 5ª Noite Cultural, que acontece nos dias 28 e 29 de abril, às 20 horas, no Teatro Juarez Machado. Além dos bailarinos da Casa da Cultura, outros dez grupos participam desse espetáculo: Crew da Oscip Chhai, Grupo Segue, Escola Municipal Profª Laura Andrade, Academia de Dança Corpo Livre, Grupo de Dança Escola Municipal Gov. Pedro Ivo Campos, Cia de Dança Masculina Jair Moraes, Grupo Karminarì, Ballet Infantil Elias Moreira, Grupo de Dança Fernando Lima, Escola do Teatro Bolshoi no Brasil e Tribal Fusion Bellydance. Os ingressos são gratuitos e podem ser retirados na Casa da Cultura.

A Associação de Dança de Joinville (ADJ) e a Associação Joinvilense de Dança de Salão (AJODS) organizam apresentações gratuitas na praça Nereu Ramos e no Museu Nacional de Imigração e Colonização. Na praça os espetáculos acontecem das 12 às 14 horas, com 15 coreografias de 11 grupos de dança confirmados. O Teatro Bolshoi fará duas cenas do segundo ato de Dom Quixote. Os outros grupos que participam da mostra são o Grupo SEGUE de Dança Inclusiva, o Estúdio de Dança Dois pra lá Dois pra cá, o Grupo Fernando Lima, a CR. Crew do projeto Casa do Hip Hop Arte Inclusiva, a Dança do Ventre, a Academia Andança, o Colégio Santo Antônio, a Dança de Rua da Academia Corpo Livre e o Grupo Rua Join Dance. Com exceção dos bailarinos do Colégio Santo Antônio, os mesmos grupos voltam a se apresentar no museu das 17 às 18 horas. No Museu Nacional de Imigração e Colonização, também com entrada franca, o público poderá ainda visitar a exposição A alma de Dom Quixote, da Escola do Teatro Bolshoi.

Parte da programação do Dia Internacional da Dança também acontece na Casa da Cultura. No auditório, das 10 às 12 horas, haverá as palestras “A busca da formação em Dança”, com Gracinha Araújo, e “Importância das Associações de Dança”, ministrada por Alexandre Melo. À tarde, o espaço é tomado por seis oficinas de dança gratuitas:
- Dança Criativa, com Darling Quadros, das 14 às 15 horas
- Dança Indiana, com Sabrina Lermen, das 14 às 15 horas
- Dança de Rua, com Eliseo Lemos, das 15 às 16 horas
- Tango, com Maycon Santos e Francine Borges, das 15 às 16 horas
- Jazz, com Fernando Lima, das 16 às 17 horas
- Samba de Salão, com Fabio Simões, das 16 às 17 horas

domingo, 19 de abril de 2009

Documentário resgata a vida e a obra de Darwin


Quem somos? De onde viemos? Como chegamos até aqui? Por que somos o que somos? Se você anseia por saber essas respostas, poderá achar algumas soluções nas concepções de Charles Darwin, precursor da teoria evolucionista. Está disponível na biblioteca do Bom Jesus/Ielusc uma cópia em DVD do documentário Darwin 200 anos, em comemoração ao bicentenário do nascimento do autor.


O documentário é divido em quatro capítulos: o primeiro foi transmitido no dia 28 de janeiro pela Globo News e abordou a vida de Darwin. O segundo capítulo é dedicado à teoria da evolução e aos impactos causados por ela. A relação conflituosa entre o evolucionismo e a igreja cristã é o tema do terceiro episódio, quando o repórter Marcos Uchôa visita um quartel general formado por anti-darwinistas nos Estados Unidos. Os reflexos do evolucionismo no mundo contemporâneo são a base do quarto e último capítulo do documentário.


“Nós não fomos criados de uma só vez, por determinação divina: os seres vivos evoluíram e se diferenciaram aos poucos”. Esse é o alicerce do pensamento de Darwin, que demorou mais de duas décadas estudando e aprofundando sua teoria. Chegar às conclusões de Darwin, em meados do século 19, com limitado conhecimento sobre o assunto na época, foi nada menos que revolucionário.


Charles Darwin é visto como “o homem que mudou pra sempre nossa visão de mundo”. Na sua concepção, as espécies animais se desenvolveram a partir das células mais simples e nos últimos quatro bilhões de anos foram se adaptando às condições do ambiente. Algumas espécies sumiram, outras se ajustaram aos fatores climáticos e estão se reproduzindo até hoje.


“O ser humano não descende dos macacos, como muitos dizem para ridicularizar as ideias de Darwin. O que ele disse é que o homem e o macaco têm ascendentes comuns na evolução”, explica o apresentador Luis Fernando Silva Pinto. Janet Browne, da Univerdade de Harvard e também biógrafa de Darwin comenta essa critica à teoria, que ficou conhecida como “Guerra dos Gorilas”: “Depois da publicação da Origem das espécies houve um debate acirrado sobre o possível ancestral primata do homem. Coincidentemente, o ocidente conheceu nesta época o gorila, e ele foi incorporado muito depressa e de forma dramática aos debates. Muitas pessoas achavam o gorila tão agressivo e bestial que não poderia ser um ancestral dos humanos”.


Sobre a origem das espécies, a principal obra de Darwin, teve sua edição de 1.250 exemplares vendida em poucos dias. Sua mulher, Emma, era muito religiosa e se preocupou bastante com os pensamentos e teorias do marido e as consequencias de sua divulgação. Os pesquisadores não acreditam que esse seja um motivo para a demora na publicação de sua teoria, mas todos atribuem à morte de sua filha Annie, aos dez anos, a descrença em Deus e o afastamento total de Darwin da igreja.


Foi no dia 27 de dezembro de 1831 que o pesquisador iniciou sua famosa viagem de Beagle, durando quase cinco anos. Nessa viagem, ele estudou uma rica variedade de características geológicas, fósseis e organismos vivos, recolhendo meticulosamente um enorme número de espécimes. “O material coletado por Darwin daria sustentação sólida de que a natureza é uma guerra entre as espécies, vegetais e animais. E que as mais fortes e adaptadas sobrevivem. Quando as espécies se reproduzem, fazem cópias de si próprias. Mas essas cópias nem são sempre idênticas, pois ocorrem mutações ou desvios que criam variedades. Darwin chamou isso de seleção natural”, explicou o repórter Silio Boccanera.


Darwin só decidiu publicar sua obra quando recebeu a carta do naturalista Alfred Russel Wallace, que também recolheu amostras de plantas e animais de vários lugares do mundo. Em seus estudos, Wallace concluiu o mesmo que Charles Darwin. Mas isso não é visto pelo pesquisador John Parker, da Universidade de Cambridge, como plágio da teoria: “Ela não roubou nada de Wallace, não pegou nada dele. Nada, a não ser ter chegado na mesma conclusão. Darwin já tinha escrito tudo”, explica.


Essa matéria está publicada na Revi (Revista Eletrônica do Bom Jesus Ielusc).


sexta-feira, 17 de abril de 2009

O mestre da vida alheia - Entrevista com Fernando Morais


Chegamos ao salão de entrada do Hotel Bourbon. Izani Mustafá pergunta à moça bonita que está sorrindo atrás do balcão onde será a entrevista coletiva com Fernando Morais. Entramos os três no elevador: Izani, Felipe Silveira e eu. No terceiro andar, dois grandes sofás e algumas cadeiras. Do outro lado, duas mesinhas redondas com toalhas brancas, que sustentavam algumas jarras de sucos, café e leite, bandejas com palitinhos de chocolates e bolo de banana. Eu ignorei por completo essas mesas.
Sentamos nas cadeiras. Poucos minutos depois, ele chega. Fernando Morais vem sorrindo e cumprimenta pessoalmente todos os presentes. Usava uma camisa social branca e calças pretas e sapatos escuros. A barba estava rala e com a maioria dos fios brancos. A calvície já é bem visível e as sobrancelhas bem grandes e irreparáveis. Ele sentou no sofá e logo um rapaz foi gravar uma exclusiva com ele. O rapaz pergunta como ele começou a organizar a compilação de dados sobre Paulo Coelho. Fernando conta: “O livro começou quando eu vi o Paulo Coelho pela primeira vez no aeroporto de Lyon, na França. Ele estava sozinho, com uma mochila nas costas e puxando uma maleta de rodinhas”. No primeiro capítulo do livro, Fernando faz um retrato social deste momento no aeroporto. Com invejável descrição de detalhes, explica ao leitor quem é Paulo Coelho, mostrando a visibilidade dele no mundo. “Ele não é só conhecido. Paulo Coelho é respeitado”, ressalta.
"Temos que reescrever mil vezes diversas frases para o parágrafo ficar... elegante”, simplificou Fernando Morais. A construção desta biografia tomou-lhe quase cinco anos. “Fiz uma faculdade de Paulo Coelho. Na verdade, considero que já fiz um mestrado, porque eu sei bem mais sobre sua vida do que o próprio Paulo”, explicou.
A assessora de imprensa pede para o rapaz retornar ao seu lugar para começar a entrevista coletiva. Fernando Morais também levanta. Ele prefere uma cadeira de metal com um design diferenciado. Essa nova posição faz com que ele esteja sentando na minha direção. Estamos distantes, separados por uma mesinha rasa de madeira, em que se encontra um exemplar da biografia, um copo e uma garrafinha de água. O sofá fica vazio. Izani explica que deixará suas perguntas para o final, pois quer gravar um áudio e passa para o colunista do jornal A Notícia, Rubens Herbst, que também quer uma exclusiva de áudio. Fernando faz cara de pouco caso, mas angustiado por não ter perguntas para responder. Quem terminou com este clima chato foi o Felipe. Fez uma pergunta sobre o socialismo no Brasil, já que foi Morais quem trouxe um dos primeiros relatos, através do livro A ilha, sobre a experiência em Cuba.
"A incrível história de Paulo Coelho, o menino que nasceu morto, flertou com o suicídio, sofreu em manicômios, mergulhou nas drogas, experimentou diversas formas de sexo, encontrou-se com o diabo, foi preso pela ditadura, ajudou a revolucionar o rock brasileiro, redescobriu a fé e se transformou em um dos autores mais lidos do mundo...”: essa é a síntese da vida de Paulo Coelho na capa da biografia O Mago, os fatos mais escandalosos e marcantes da sua vida. O escritor já recusou cerca de 30 propostas de autores para fazer a sua biografia. O “sim” que deu a Fernando Morais tem sua explicação: “Ele disse que tinha gostado muito da biografia que fiz sobre o Chatô e me deu a autorização. Eu esperei que ele fizesse alguma restrição. Ele não o fez". Mesmo assim, Fernando diz que teve muitos conflitos éticos por tornar público esses fatos. Quem resolveu isso foi a sua esposa: “Mulher deixa as coisas tão simples. Ela me disse: 'Você está fazendo uma censura que o próprio Paulo Coelho não te pediu'. Pronto, tudo resolvido. Mas isso me incomodava, eu pensava 'será que tenho o direito de fazer isso com uma pessoa que foi tão prestativa comigo?'”, questionava Morais.
"Em 68 eu lutava contra a ditadura militar e o Paulo Coelho fumava maconha”, disse. O autor comenta o fato de que trabalhar a vida toda em jornais faz com que a pessoa tenha um olhar diferente. Do jornalismo, Morais adquiriu a facilidade de encontrar um bom tema. A curiosidade também foi um elemento importante para a construção dessa biografia. Ele pegou um charuto, acendeu e pediu um cinzeiro.
"Eu já tinha escrito duzentas páginas quando descobri um testamento. No começo eu não dei tanta importância, só queria saber para quem iria o dinheiro. Só depois eu soube que existia um baú que deveria ser incinerado após a morte do Paulo. Na hora liguei pra ele e me disse que eram bobagens, apenas uns brinquedos velhos. Quanto mais ele negou as chaves, mais excitado eu ficava. Ele fez um acordo: só me daria as chaves se eu descobrisse o tenente que tinha torturado ele. Bom, eu descobri. No baú tinha mais de 170 cadernos e fitas cassetes. Eram diários dos 10 ao 50 anos e ele escrevia todo santo dia. Essa descoberta muda tudo. Muda a biografia. Demorou mais um ano, mas valeu a pena”, relatou Morais durante a exclusiva para a Revi.
Posamos para fotos e depois foi sorteado um exemplar da biografia. Adivinha quem ganhou? Professora Izani. Enquanto ele autografou os livros para ela, eu e o Felipe não resistimos às mesinhas com toalhas brancas. Logo depois, estávamos os três novamente no elevador quando Fernando Morais veio correndo para descer conosco. Seguro a porta para ele entrar e conversamos sobre o jornalismo por alguns segundos. Nos despedimos e seguimos em direção ao Ielusc.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

10º Intercom

De 28 a 30 de maio ocorre o 10º Intercom Sul, uma das mais importantes atividades do calendário acadêmico dos cursos de Comunicação Social da região. Estudantes e professores do Paraná, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul se reunirão na Universidade Regional de Blumenau (Furb) para discutir o tema “Comunicação, Educação, Cultura na Era Digital”.


O objetivo do Intercom Sul é socializar a produção científica e a extensão dos cursos de Comunicação Social, além de proporcionar maior integração entre as instituições de ensino e as empresas de comunicação. O encontro é uma parceira da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom) com a Furb. Durante o congresso haverá três eventos para inscrições de trabalhos: o Intercom Júnior e o Expocom (para estudantes) e as Divisões Temáticas (para graduados).


O Intercom Júnior (Jornada de Iniciação Científica em Comunicação) é destinado aos estudantes que querem apresentar relatos de pesquisa bibliográfica, trabalhos de campo ou estudos profissionais sob a orientação de um professor. Cada trabalho inscrito no Intercom Júnior pode ser submetido a uma das seguintes áreas temáticas: Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Relações Públicas, Comunicação Organizacional, Comunicação Audiovisual, Comunicação Multimídia, Interfaces Comunicacionais, Comunicação, Espaço e Cidadania e Estudos Interdisciplinares da Comunicação. O Expocom (Exposição de Pesquisa Experimental em Comunicação) é um prêmio destinado aos melhores trabalhos experimentais produzidos por alunos de graduação em Comunicação Social.


As inscrições e os regulamentos para participação estão disponíveis no site do Intercom. O prazo máximo para o pagamento do boleto dos interessados em encaminhar os trabalhos é dia 15 de abril. Para participar do congresso apenas como ouvinte, as inscrições serão aceitas até o dia 7 de maio. O preço varia conforme a data: R$ 30 até dia 5 de abril; R$ 40 entre 6 e 22 de abril; e R$ 50 até o dia 7 de maio.



Experiências ielusquianas


Formanda em Jornalismo, Priscila Noernberg participou do Intercom Sul 2008, em Guarapuava (PR), e ganhou o prêmio do Expocom pelo projeto de extensão do Jornal do Paraíso. A premiação fez com que Priscila concorresse com outros quatro trabalhos no Intercom Nacional que aconteceu em Natal (RN). Segundo Priscila, os grupos de trabalho também foram relevantes para o aprendizado devido às discussões mais aprofundadas sobre os temas que eram apresentados. “É uma ótima experiência tanto para quem esta começando no curso quanto pra quem está produzindo a monografia”, sintetiza. “Participar nestes congressos foi muito gratificante para a minha pesquisa. É possível ter contato com estudantes de diferentes regiões do país e compartilhar suas experiências. Conversei muito com a professora da Universidade Metodista de São Paulo, Cicilia Maria Peruzzo, que esteve presente na minha defesa.”, explicou.


João Franscisco Kamradt, formando de Jornalismo, também esteve no Intercom Sul 2008. A iniciativa de participar do evento foi dos professores do Núcleo de Estudos em Comunicação (Necom), quando João ainda era bolsista. “É muito proveitoso. Você acaba tendo uma visão diferente do jornalismo que é apresentado no Ielusc”, argumentou. João ainda ressalta a variedade de temas dentro do campo jornalístico: “Você pode ver uma palestra sobre fotografia, outra de jornalismo literário, de cinema. As apresentações de artigos teóricos são importantes também para estimular a criação dentro da faculdade”, comentou.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Acadêmicas de Jornalismo lançam revista feminina

Moda, beleza, carreira, saúde e bem-estar são alguns dos temas abordados pela Make Up, primeira revista voltada para o público feminino de Joinville. Publicada pelo grupo Dez Editora e redigida por Larissa Rockenbach e Luana Isse, acadêmicas de Jornalismo do Bom Jesus/Ielusc, a revista foi lançada na noite de quinta-feira, 19 de março, no Âmbar Pub, em Joinville.

Make Up tem distribuição gratuita e é bimestral. Os exemplares da primeira edição podem ser encontradas nas empresas anunciantes como a Terral Surf Shop e a Tony Cabeleireiros. O tamanho da revista também é pioneiro na cidade: o padrão “pocket” é o formato ideal para as mulheres levarem na bolsa. Neste número 1, o entrevistado é o catarinense Emanuel Tiago Milchevski. “Ele tinha saído do BBB e todos os jornais e revistas do Brasil estavam publicando”, comentou Luana, explicando a escolha para a entrevista. “Não ficamos atrás, conseguimos agendar horário com ele. Catarinense, morou em Joinville, por que não entrevistar?”.

As sócias estão felizes com a primeira edição, mas já planejam mudanças. Para o número 2, a ideia é fazer uma revista essencialmente jornalística, com mais matérias, histórias de mulheres e perfis femininos. “Também vamos aumentar a quantidade de páginas, de 48 para 80”, completou Larissa.
Persistência
O sonho de criança de Larissa sempre foi o de trabalhar numa revista e esse foi um dos motivos que a fizeram optar pelo jornalismo, apesar do pai e do irmão publicitários. Quando conheceu Luana, a determinação do sonho fez com que a revista tornasse realidade. “Após quase um ano de pesquisas, criamos a revista. Não adianta ter o projeto no papel: tem que fazer e nós fizemos”, diz Larissa. “Em pleno janeiro, crise mundial, fomos de loja em loja tentar vender anúncios. Acredito que o essencial é ter força de vontade”. Responsável por boa parte dos textos produzidos na revista, Luana considera que colocar a Make Up em circulação foi uma prova de superação para a dupla. “Recebemos críticas de pessoas muito pessimistas, que falavam 'parem de sonhar'. Essas pessoas estiveram no lançamento para nos parabenizar”, revela.
Festa
Cerca de 180 pessoas estiveram no lançamento. Amigos, familiares, políticos, lojistas, gerentes comerciais, publicitários e anunciantes foram recepcionados ao som do DJ Vigas e a DJ Gi Boneli. O cerimonial foi feito pela amiga Gisele Silveira, também acadêmica de Jornalismo. O coquetel, com canapés e salgadinhos, durou até as 22h30, quando a casa foi liberada para o público geral e para o show da banda U2 Cover, de Curitiba.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Recurso contra o diploma é retirado da pauta do STF


Eu apoio a regulamentação da profissão e a obrigatoriedade do diploma para exercer a função de jornalista.
Jornalistas por formação
Recurso contra o diploma é retirado da pauta do STF
O recurso contra o diploma foi retirado da pauta de votações do STF. Prossegue no plenário a apreciação da Adin contra a Lei de Imprensa. O Ato Público Nacional continua. A Executiva da FENAJ e a Coordenação da Campanha em Defesa do Diploma vão se reunir para traçar novas estratégias de continuidade do movimento.Às 16h45 desta quarta-feira (1º/04) a coordenação do movimento foi informada que, a pedido do presidente do Supremo Tribunal Federal e relator do RE 511961, ministro Gilmar Mendes, o advogado que representa a FENAJ e o Sindicato dos Jornalistas de São Paulo na ação foi oficialmente comunicado da retirada do tema da pauta. Não foi divulgada nova data para julgamento do recurso contra o diploma.Dirigentes da campanha continuam no plenário do STF acompanhando a votação da Adin contra a Lei de Imprensa. “Após o Ato Nacional a Executiva da FENAJ e a Coordenação da Campanha vão definir novas ações, mas desde já a orientação é para que a movimentação nos estados e os preparativos para o Dia do Jornalista, 7 de abril, prossigam”, disse o diretor da FENAJ Luiz Spada.
Fonte; FENAJ